sexta-feira, janeiro 05, 2018

Falando sobre... !O cantor e pai, Tico Santa Cruz, acusa escola de preconceito contra sua filha, mas instituição nega

Tico Santa Cruz: O cantor Tico Santa Cruz.


Hum....! Que coisa... !Nas redes sociais, o multimais, cantor e escritor, Tico Santa Cruz denunciou uma instituição de ensino que, segundo ele, não aceitou a matrícula de sua filha, diagnosticada com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Já o colégio, tradicional no Rio de Janeiro(RJ), nega preconceito e afirma ao E+ que houve um desentendimento. Segundo relato feito pelo cantor no Facebook, a filha Bárbara estudava em escola bilíngue e precisou trocar de instituição. A família procurou então o colégio Carolina Patrício, que tem histórico de inclusão de alunos especiais em suas 4 unidades no Rio de Janeiro. Na versão do pai, a criança teria feito uma avaliação para ingressar no 4º ano (antiga terceira série), mas foi impedida de concluir a matrícula porque, segundo a escola, não havia vaga. A família tentou, então inscrevê-la no 3º ano, para que a garota repetisse o conteúdo que havia cursado na outra instituição. De acordo com Tico, a escola informou que havia vagas, mas que seria agendada uma nova prova para a garota. Mais tarde, no entanto, ele teria sido informado de que não havia vagas em nenhuma de suas unidades. O cantor relatou que tentou falar com a coordenadora de turno da unidade Barra da Tijuca/Novo Leblon, mas foi avisado de que ela não estava. Tico afirma que quando ligou de novo, se passando por outra pessoa, conseguiu o contato com a coordenadora. Quando Tico identificou, ela teria dito que a matrícula no terceiro ano não seria possível porque a escola não aceita realocação de alunos. O cantor passou a alegar, então, preconceito e exclusão de especiais. Procurado pelo E+, o colégio se pronunciou por meio da diretora geral, Noemi Patricio. “A escola não faz seleção de perfis de alunos. Bárbara não conseguiria acompanhar o 4º ano por questões de aprendizado, e não tinha vaga no 3º ano da unidade Barra da Tijuca/Novo Leblon”. Segundo Noemi, há vagas em outras unidades do Rio de Janeiro, mas a escola não teve tempo de se comunicar com a família antes da repercussão do relato de Tico nas redes sociais.