quinta-feira, maio 11, 2017

Fique por dentro...!Audiência debate dificuldades de pessoas com fissura labiopalatina, em Natal/RN


Foto: Elpídeo Júnior

Hum...! Coisa boa...! Pois é, a  falta de informações sobre as pessoas que nascem com fissura labiopalatina,  é a principal dificuldade para que se consiga avançar no atendimento a estas pessoas  no Rio Grande do Norte. O assunto foi debatido hoje, quinta-feira dia  (11/05) durante uma audiência pública proposta pelo vereador Aldo Clemente (PMB) na Câmara Municipal de Natal(RN). Durante a audiência, pais, profissionais de diversas áreas necessárias para atender esses pacientes, além de representantes do Ministério Público e Secretaria de Saúde, enriqueceram as discussões. A fissura palatina,  ocorre quando há uma abertura direta entre o palato, ou céu da boca, e a base do nariz. Trata-se de um problema mais grave que a fissura labial, embora ambos requeiram cirurgia corretiva e tratamento multiprofissional. O problema é que poucos sabem como proceder quando se deparam com a situação e a importância do correto tratamento. A divulgação geralmente,  é feita por entidades que apoiam a causa, como a Associação de Pais e Amigos dos Fissurados do Rio Grande do Norte ( APAFIS/RN). “Sentimos carência de divulgação nos meios de comunicação sobre o que é, as necessidades, o tratamento, as dificuldades. Nós temos conseguido levar informações sobre isso mostrando que a reabilitação é possível. O que conseguimos é através de nossos parceiros”, conta Edivan Silva, presidente da associação. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde, são do período de 2000 a 2005 e apontam que entre as 318.667 pessoas que nasceram nestes anos, 155 possuem a má formação labioplatina.