sábado, abril 08, 2017

Se ligeu ai ...! Oleo de coco, é o mocinho que virou vilão


Óleo de coco (Foto: Roberto Teixeira/EGO)



Hum...!  O mocinho que virou vilão...! Pois é,  depois de ser indicado exaustivamente para o auxílio do emagrecimento, redução de colesterol, controle de diabetes e até hidratação de pele e do cabelo, o óleo de coco está sendo alvo de diversos questionamentos e até apontado como "inimigo" da saúde. Segundo algumas instituições, ele não só não traz nenhum dos benefícios apontados anteriormente, como também ainda  pode ser prejudicial,  se usado em excesso. Em recente comunicado, a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), informou, entre outros pontos, que “quando o óleo de coco é comparado a óleos vegetais menos ricos em ácido graxo saturado, recente revisão mostrou que ele aumenta o colesterol total (particularmente o LDL-colesterol) o que contribui para um maior risco cardiovascular”. Por esse e outros motivos, a ABRAN ainda recomenda que o óleo de coco não deve ser prescrito na prevenção ou no tratamento da obesidade; na prevenção ou no tratamento de doenças neuro-degenerativas; como nutriente antimicrobiano; nem como imunomodulador. Em 2015, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) já haviam se posicionado de forma semelhante diante do aumento e indicação do uso do óleo de coco para perda de peso. “A SBEM e a ABESO posicionam-se frontalmente contra a utilização terapêutica do óleo de coco com a finalidade de emagrecimento, considerando tal conduta não ter evidências científicas de eficácia e apresentar potenciais riscos para a saúde. A SBEM e a ABESO também não recomendam o uso regular de óleo de coco como óleo de cozinha, devido ao seu alto teor de gorduras saturadas e pró-inflamatórias. O uso de óleos vegetais com maior teor de gorduras insaturadas (como soja, oliva, canola e linhaça) com moderação, é preferível para redução de risco cardiovascular.”. Do Blog: Fica a dica.

Fonte: Ego