quinta-feira, agosto 04, 2016

Pensando diferente...! Sônia Braga dispara, "Crime é o aborto não ser legal no Brasil.


<p>Aos 66 anos, Sônia Braga não se arrepende de nunca ter tido filhos. A atriz revelou que nunca cogitou a ideia de ser mãe e assumiu ter feito alguns abortos ao longo da vida. </p><p>"No primeiro, eu era muito criança. Tinha 17 anos. Se não tivesse um médico de confiança, eu poderia ter morrido", disse em entrevista à revista "Elle".</p><p>A veterana aproveitou para levantar a bandeira da legalização do direito da mulher de interromper gestações não desejadas. "Crime é o aborto não ser legal no Brasil. Não pode ter restrição. Pelo contrário. Tem que educar e facilitar isso para as mulheres. Já conseguiram fazer a delegacia da mulher. Agora tem que cuidar da saúde delas."</p><p>Elogiada em Cannes, na França, por sua atuação no filme "Aquarius", a eterna "Gabriela" confessou que não se considera atriz. </p><p>"As pessoas ficam bravas quando digo isso. Mas, talvez por não ter uma formação acadêmica, eu sou mais do que atriz. Comecei porque me chamaram. Poderia ter sido costureira ou outra coisa. A pessoa que não é ator está mais conectada com a vida, em vez de ser mais voltada para a técnica", avaliou.</p><p>Longe das novelas desde 2009, a artista destacou que se sente como uma exilada cultural: "Ao mesmo tempo que sou uma representante do Brasil, não me chamavam para trabalhar. Começou a minha ausência no cinema, na TV brasileira. Então me fechei aqui".</p>

Hum..! Causor...! Linda de se viver, aos 66 anos, a atriz e estrela hollywoodiana brasileira, Sônia Braga, diz que não se arrepende de nunca ter tido filhos. A atriz revelou que nunca cogitou a ideia de ser mãe e assumiu ter feito alguns abortos ao longo da vida. "No primeiro, eu era muito criança. Tinha 17 anos. Se não tivesse um médico de confiança, eu poderia ter morrido", disse em entrevista à revista "Elle". A veterana aproveitou para levantar a bandeira da legalização do direito da mulher de interromper gestações não desejadas. "Crime é o aborto não ser legal no Brasil. Não pode ter restrição. Pelo contrário. Tem que educar e facilitar isso para as mulheres. Já conseguiram fazer a delegacia da mulher. Agora tem que cuidar da saúde delas." Elogiada em Cannes, na França, por sua atuação no filme "Aquarius", a eterna "Gabriela" confessou que não se considera atriz. "As pessoas ficam bravas quando digo isso. Mas, talvez por não ter uma formação acadêmica, eu sou mais do que atriz. Comecei porque me chamaram. Poderia ter sido costureira ou outra coisa. A pessoa que não é ator,  está mais conectada com a vida, em vez de ser mais voltada para a técnica", avaliou. Longe das novelas desde 2009, a artista destacou que se sente como uma exilada cultural: "Ao mesmo tempo que sou uma representante do Brasil, não me chamavam para trabalhar. Começou a minha ausência no cinema, na TV brasileira. Então me fechei aqui".

Foto: Divulgação/Elle.