sábado, agosto 06, 2016

Dando o que falar...! Jornalista acusa o pastor e deputado Marcos Feliciano(PSC/SP), de tentativa de estupro; e o chefe de gabinete do deputado é preso




Hum...! Coisinhas do Brasil...! Pois é, o chefe de gabinete do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), Talmo Bauer, foi preso ontem, sexta-feira, dia (05/08 ), preventivamente sob a acusação de sequestro qualificado contra uma jovem de 22 anos que acusa o parlamentar de tentativa de estupro, assédio sexual e agressão. A Procuradoria-Geral da República avalia se investiga o deputado  e pastor Marcos Feliciano( PSC/SP),  a pedido da Procuradoria Especial de Mulher do Senado. No depoimento que prestou na quinta-feira dia ( 04/08),  à Polícia Civil de São Paulo, a jornalista Patrícia Lelis, ex-militante do PSC jovem, forneceu detalhes de como, segundo ela, Marcos Feliciano a atraiu para seu apartamento funcional. Era 15 de junho. "Ele falou que tinha uma reunião do PSC jovem mas quando cheguei la,  só estava ele", disse ela. A jornalista disse que em seguida o parlamentar teria tentado abusa-la sexualmente. "Ele tentou levantar meu vestido e tirar minha blusa. Como eu não deixei, ele me deu um soco na boca e um chute na perna", disse a jornalista. Ela contou que só conseguiu escapar,  porque uma vizinha ouviu seus gritos e tocou a campanhia para saber se estava tudo bem. Acompanhada da mãe e de uma advogada, ela também acusou 2 outros políticos importantes do PSC. Patrícia relatou que em 16 de junho, um dia depois de ter sido agredida por Marcos Feliciano, procurou ajuda no partido, mas em resposta,  ouviu uma proposta para receber dinheiro em troca de seu silêncio. Segundo ela, a  tal proposta teria sido feita pelo presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo,  em uma reunião na qual estava também presente o deputado Gilberto Nascimento. "Pastor Everaldo me deu uma sacola de mercado cheia de dinheiro e disse que era para eu ficar quieta", afirmou a jornalista. Ainda segundo ela,Pastor  Everaldo também a ameaçou de morte. Patrícia contou que após relatar o caso no PSC,  passou a ser perseguida dentro do partido.  Ela conta que foi procurada pelo chefe de gabinete de Marcos Feliciano, Talma Bauer. Os dois se encontraram em um café. A conversa foi gravada por ela. O arquivo foi encaminhado por ela a dois amigos, com a orientação de que deveria ser divulgado na internet caso acontecesse alguma coisa com ela. No sábado passado, Patrícia saiu de Brasília(DF) e foi para São Paulo(SP). Assim que chegou na capital paulista,  ela diz que continuou sendo assediada por Bauer. Segundo ela, o chefe de gabinete a forçou a gravar 2 vídeos em que negava as agressões e rasgava elogios a Marcos   Feliciano. Os videos foram publicados  na internet nesta semana. "Ele também pagou a senha do meu Facebook e do whatsapp e passou a mandar mensagens em meu nome". Ao estranhar a postura da jovem nas redes, os amigos divulgaram, na quarta-feira passada, o áudio. Na conversa, Bauer oferece ajuda a ela e a aconselha a "deixar tudo para lá", disse.Patrícia foi contactado pelo Estado nesta quarta. Por telefone, reafirmou oque que havia dito no video, que não havia sido agredida por Marcos Feliciano. Ao conversar pesoalmente, no entanto, confirmou ter sido agredida. "Eu estava com medo porque estou sendo monitorada", disse el . Durante a conversa com a reportagem, Patrícia recebeu dezenas de ligações de Bauer. Patrícia procurou a polícia e contou sua história. A investigação será encaminhada para Brasília(DF) porque Marcos Feliciano tem foro privilegiado. "Vamos apurar o caso com muito cuidado, disse o delegado responsavel pelo caso, o delegado Luís Roberto Hellmeister, titular da 3 CP. Procurados pelo Estado, os deputados Pastor Marco Feliciano e Gilberto Nascimento não foram localizados. Só pra registrar, o deputado e pastor Marcos Feliciano, é o ex-presidente da Comissão do Direitos Humanos da Câmara Federal .

Fonte: Estadão/MSN